Pular para o conteúdo
Yamagata Dermatologia

Dermatologia clínica · Câncer de pele e pintas

Carcinoma espinocelular: câncer de pele em áreas de dano solar

O carcinoma espinocelular é o segundo tipo mais comum de câncer de pele. Surge principalmente em áreas com dano solar crônico, como o rosto, as orelhas, os lábios, o couro cabeludo calvo, o dorso das mãos e os antebraços, muitas vezes a partir de ceratoses actínicas. Cresce mais rápido do que o carcinoma basocelular e pode se espalhar se não tratado, mas tem altas chances de cura com o tratamento precoce.

Lesão avermelhada e áspera no dorso da mão de uma pessoa idosa com manchas solares

Sintomas e como reconhecer

  • Lesão áspera, avermelhada e com crosta, que cresce
  • Ferida que não cicatriza ou sangra
  • Nódulo endurecido, às vezes com uma crosta central
  • Lesão nos lábios que não cicatriza, principalmente no lábio inferior

Causas e fatores de risco

A principal causa é a exposição solar crônica, acumulada ao longo dos anos. Também aumentam o risco a pele clara, as ceratoses actínicas, a imunidade baixa (como após transplantes), o tabagismo (nos lábios), algumas infecções pelo HPV e feridas ou cicatrizes crônicas.

Diagnóstico

O dermatologista examina a lesão com a dermatoscopia e indica a biópsia ou a retirada para confirmação pelo exame anatomopatológico, que também avalia características de risco do tumor.

Tratamentos

Convivência e prevenção

  • Usar protetor solar diariamente, inclusive nos lábios, nas orelhas e no dorso das mãos.
  • Tratar as ceratoses actínicas.
  • Não fumar.
  • Manter o acompanhamento periódico, principalmente após um primeiro câncer de pele.

Quando procurar o dermatologista

Procure o dermatologista ao notar uma lesão áspera ou com crosta que cresce, uma ferida que não cicatriza ou uma lesão nos lábios que não melhora.

Todos os procedimentos são indicados e realizados após avaliação médica individual. Os resultados variam de pessoa para pessoa.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Qual a diferença para o carcinoma basocelular?

O carcinoma espinocelular costuma crescer mais rápido e tem maior risco de se espalhar para gânglios e outros órgãos, embora isso seja pouco frequente quando tratado cedo.

A ceratose actínica vira carcinoma espinocelular?

Algumas ceratoses actínicas podem evoluir para carcinoma espinocelular, por isso devem ser tratadas e acompanhadas.

Quem tem mais risco?

Pessoas de pele clara, com exposição solar intensa ao longo da vida, muitas ceratoses actínicas, imunidade baixa (como transplantados) e tabagistas, no caso dos lábios.

Tem cura?

Sim, na grande maioria dos casos, quando diagnosticado e retirado cedo.

Equipe

Equipe médica

A avaliação e o tratamento são realizados pelos médicos e médicas dermatologistas da equipe, todos com título de especialista em dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Agende uma consulta

A consulta com um dermatologista da equipe define se o tratamento é indicado para o seu caso e qual o melhor plano.

WhatsApp