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Yamagata Dermatologia

Dermatologia clínica · Câncer de pele e pintas

Pintas e sinais: quando se preocupar e quando procurar o dermatologista

Pintas, ou nevos, são acúmulos benignos de melanócitos, as células que produzem o pigmento da pele. A maioria das pessoas tem entre 10 e 40 pintas, e quase todas são inofensivas. O sinal de alerta é a mudança: uma pinta que cresce, muda de cor ou formato, coça ou sangra, ou uma pinta nova diferente das outras, pode indicar melanoma e deve ser avaliada com dermatoscopia.

Costas com várias pintas pequenas e regulares

Sintomas e como reconhecer

A maioria das pintas é pequena, arredondada e de cor uniforme. Os sinais que pedem avaliação seguem a regra do ABCDE e o sinal do patinho feio:

  • Pintas benignas: simétricas, de bordas regulares e cor uniforme
  • Sinal de alerta: assimetria, bordas irregulares ou várias cores
  • Sinal de alerta: diâmetro maior que 6 mm ou crescimento
  • Sinal de alerta: coceira, sangramento ou ferida na pinta
  • Sinal de alerta: pinta diferente de todas as outras (patinho feio)

Causas e fatores de risco

O número de pintas depende da genética e da exposição ao sol na infância. Ter mais de 50 pintas, pintas atípicas (maiores, com bordas irregulares ou cores variadas) ou histórico familiar de melanoma aumenta o risco de melanoma.

Diagnóstico

O dermatologista examina toda a pele e avalia as pintas com a dermatoscopia. Nas pessoas com muitas pintas ou pintas atípicas, o mapeamento corporal com FotoFinder® registra as lesões e permite identificar mudanças nos exames seguintes. Pintas suspeitas são retiradas e analisadas ao microscópio.

Tratamentos

Convivência e prevenção

  • Fazer o autoexame mensal da pele, incluindo couro cabeludo, plantas dos pés e unhas.
  • Fotografar as pintas que deseja acompanhar, para comparar.
  • Usar protetor solar e evitar queimaduras, principalmente em crianças.
  • Manter as consultas periódicas conforme o risco.

Quando procurar o dermatologista

Procure o dermatologista quando uma pinta mudar de tamanho, cor ou formato, coçar, sangrar ou formar ferida, quando surgir uma pinta nova na vida adulta ou quando uma pinta for diferente das outras.

Todos os procedimentos são indicados e realizados após avaliação médica individual. Os resultados variam de pessoa para pessoa.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Tirar uma pinta por estética é seguro?

Sim. A retirada é feita em consultório, com anestesia local, e o material é sempre enviado para análise. A técnica é escolhida para deixar a cicatriz o mais discreta possível.

Pinta que nasce na vida adulta precisa ser avaliada?

Pintas novas são comuns até os 30 a 40 anos. Depois disso, uma pinta nova deve ser avaliada, principalmente se for diferente das outras.

Mexer ou machucar a pinta faz ela virar câncer?

Não. Traumas não transformam pintas em câncer, mas uma pinta que sangra sem trauma ou não cicatriza deve ser avaliada.

Laser pode ser usado para tirar pintas?

Pintas não devem ser removidas com laser sem diagnóstico, porque o laser destrói a lesão sem permitir a análise ao microscópio.

Equipe

Equipe médica

A avaliação e o tratamento são realizados pelos médicos e médicas dermatologistas da equipe, todos com título de especialista em dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

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A consulta com um dermatologista da equipe define se o tratamento é indicado para o seu caso e qual o melhor plano.

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